Um aumento expressivo de casos de virose gástrica tem preocupado autoridades de saúde e provocado superlotação nas unidades de atendimento 24 horas em Várzea Grande. A situação atinge principalmente crianças e já pressiona o sistema público de saúde do município.
De acordo com a prefeitura, somente em um período recente de 24 horas, cerca de 229 crianças foram atendidas no pronto atendimento infantil do hospital municipal. O número elevado evidencia a gravidade do cenário e tem impactado diretamente o tempo de espera nas unidades.
Além disso, profissionais de saúde relatam sobrecarga intensa. Em alguns plantões, um único médico chegou a atender dezenas de pacientes em poucas horas, mostrando o nível de pressão enfrentado pelas equipes.
Sintomas mais comuns
A virose apresenta sintomas típicos, principalmente em crianças:
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Diarreia
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Vômito
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Febre
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Dor abdominal
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Fraqueza
O maior risco está na desidratação, que pode evoluir rapidamente, especialmente nos pequenos.
⚠️ Unidades sobrecarregadas
O Hospital Municipal e as UPAs da cidade registram aumento significativo na procura. Mesmo com a alta demanda, os atendimentos seguem classificação de risco:
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Casos graves têm prioridade
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Casos moderados são atendidos com mais rapidez
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Casos leves podem aguardar mais tempo
A orientação é evitar procurar pronto atendimento sem necessidade, para não agravar ainda mais a superlotação.
Orientação aos pais
A Secretaria Municipal de Saúde recomenda que casos leves sejam atendidos nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), que estão preparadas para esse tipo de atendimento.
O pronto-socorro deve ser buscado apenas em situações mais graves ou quando houver piora dos sintomas.
Cuidados essenciais
Para evitar complicações e ajudar na recuperação:
✔️ Oferecer bastante líquido (água e soro de reidratação)
✔️ Manter alimentação leve
✔️ Evitar alimentos gordurosos
✔️ Lavar bem as mãos e os alimentos
✔️ Manter higiene redobrada em casa
❗ Quando procurar ajuda imediata
Leve a criança para atendimento urgente se houver:
⚠️ Situação de alerta
O aumento dos casos é considerado comum em determinados períodos, mas o volume atual chama atenção e exige cuidado redobrado da população.
As autoridades reforçam que a colaboração dos pais — evitando superlotar emergências sem necessidade e adotando medidas de prevenção — é essencial para manter o atendimento funcionando e proteger a saúde das crianças.